domingo, 25 de março de 2012

BULLYING, QUANDO A ESCOLA É UM INFERNO

 
Por Claudia Munaiz
Da Efe


Em 2011, ao menos 190 jovens cometeram suicídio na Cidade do México em consequência do bullying, aponta estudo da organização cidadã 'Fundação em Movimento'. O Instituto Nacional de Psiquiatria do México é taxativo ao advertir que, se o assédio escolar persistir no mesmo ritmo, em 2020 o suicídio será a primeira causa de morte entre os jovens.

A cena se repete: um agressor (menino ou menina) intimida, maltrata e ameaça uma vítima, deixando transparecer o grande desequilíbrio de forças. O cenário: uma escola. Por este motivo muitas crianças e adolescentes já não querem ir à escola. Um local que para uma parcela já é sinônimo de inferno.

É o caso de Yaretzi, de 10 anos, que chegou inclusive a sofrer violência física. 'Um dia tocou meu telefone e era a subdiretora da escola da minha filha pedindo para que eu fosse rapidamente porque ela havia se envolvido em uma briga com outra menina e estava com um grave ferimento na cabeça.

O relato é de Laura Gómez, mãe de Yaretzi, na página da associação 'Fundação em Movimento', onde esta família, desesperada, bateu em busca de ajuda. Esta instituição combate o bullying por meio da prevenção, conscientização, alianças governamentais, apoio as vítimas, campanhas e por meio da capacitação de professores.

Na opinião dos médicos que tratam Yaretzi é provável que ela apresente sequelas físicas por toda vida por causa dos golpes recebidos. Diante da gravidade das lesões, o caso foi parar no Ministério Público.
 

segunda-feira, 5 de março de 2012

PAI REVOLTADO COMPOSTAGEM DE FILHA NO FACEBOOK



PARA O PAI TER MAIS CRÉDITO, PODERIA TER DISPENSADO O CIGARRO.
EU ENTENDO A POSIÇÃO DO PAI, TENTO ENTENDER O MANIFESTO DA FILHA.
ME PERGUNTEI COMO ELES SE RELACIONAM ENTRE ELES.
PERGUNTO-ME TAMBÉM COMO ESSES PAIS REAGIAM QUANDO A FILHA RECLAMAVA DESSAS TAREFAS A ELA IMPOSTAS..
CHEGAR A ESSE PONTO É PORQUE TEM ALGO MUITO SÉRIO NO MEIO DAS DUAS POSIÇÕES.

PAI REVOLTADO COM POSTAGEM DA FILHA EM FACEBOOK

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

FILHO

Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isso mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como?
Não é nosso, recordam-se?
Foi apenas um empréstimo!"





José Saramago

- Morre um dos estudantes feridos em tiroteio em Ohio, nos EUA

- Morre um dos estudantes feridos em tiroteio em Ohio, nos EUA
Não é de hoje que esses espisódios vêm acontecendo dentro de escolas do mundo todo.
Parece que a criança/adolescente não se enquadra mais dentro de si mesm o. Por que tanta angústia, tanto desejo de vingança, ainda que ao agressor(por que era agressor?) custe-lhe a vida, a liberdade?
Perguntas e mais perguntas sobre esses acontecimentos eu já me fiz, levei a público.

Quem pratica um ato dessa natureza tem a necessidade de se tornar público pelo feito.
Por que  há tão poucos jovens tentando se destacar com realizações boas praticadas por eles?
Não faço essas perguntas simplesmente por ver os de fora praticando atrocidades.
Eu tenho os de dentro. E vão conversas, conversas e mais conversas.

E eu ainda acho que as conversas nunca são suficientes.



Será que eles acham ser bom é tão ruim?



Rita Lavoyer

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Crianças com alergias alimentares podem ter problemas com bullying | Minha Vida

Crianças com alergias alimentares podem ter problemas com bullying Minha Vida

Estudo mostra que um em cada quatro jovens foi intimidado pela limitação alimentar
por Minha Vida
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A alergia alimentar pode ser mais complicada do que parece para crianças e adolescentes. Isso porque, um levantamento revelou que uma em cada quatro crianças foi intimidada ou sofreu bullying por terem alergia alimentar. A pesquisa, feita pelo Instituto de Alergia Alimentar Jaffe, em Nova York, avaliou 353 adolescentes e adultos de até 25 anos de idade, bem como os pais e cuidadores de crianças com alergia alimentar.

O estudo revelou que entre as crianças que relatam terem sido assediadas, 86% relataram múltiplos episódios.
- Abuso verbal foi a forma mais comum de assédio moral; 82% destes episódios ocorreram na escola e 80% ocorreram entre os colegas.
- 79% disseram que o assédio moral foi apenas relacionado a uma alergia alimentar, enquanto outros relataram sofrer intimidação por ter de levar medicação para a sua alergia alimentar;
- 21% relataram professores ou funcionários da escola como os principais agressores;
- Nenhuma das crianças no estudo sofreu uma reação alérgica, como resultado de ameaças ou assédios.

Dentre as alergias alimentares observadas, 81% do grupo sofria de alergia ao amendoim e 84% sofria com múltiplas alergias alimentares. A maioria dos casos, 55%, ocorriam com crianças que estavam na faixa etária de 4 e 11 anos, e 61% eram meninos.

Os resultados são publicados na edição de outubro da revista Annals of Allergy, Asthma & Immunology, a revista científica do Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia. "As alergias alimentares afetam um número estimado de 12 milhões de americanos, incluindo 3 milhões de crianças. Estas crianças enfrentam desafios diários na gestão de suas alergias alimentares ", diz o alergista Sicherer Scott, co-autor do estudo e pesquisador do Instituto de Alergia Alimentar Jaffe."Infelizmente, este estudo mostra que eles também podem ser intimidado sobre sua alergia alimentar, uma condição médica que é potencialmente fatal".

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De acordo com os pesquisadores, os casos recentes envolvendo o assédio moral e alergia alimentar incluem um estudante da escola média que descobriu as migalhas do bolinho de manteiga de amendoim em sua lancheira e uma estudante colegial cuja testa estava untada com manteiga de amendoim no refeitório. "O assédio moral, físico ou verbal é um comportamento abusivo que pode ter um tremendo impacto sobre o bem-estar emocional de uma criança. Os educadores devem desenvolver políticas de relacionamento que evitem qualquer tipo de bullying, principalmente os relacionados à alergia alimentar. O público precisa entender que esse comportamento é inaceitável", conclui o pesquisador Sicherer Scott.

Bullying na infância
O bullying consiste em atos de violência física ou psicológica praticados por um grupo de pessoas contra um indivíduo qualquer que, em certa medida, é incapaz de se defender. Geralmente as vítimas de bullying apresentam alguma característica a difere dos outros do grupo.

Os fatores que instalam e mantém essa violência são muitos e complexos. Desde a perda da autoridade paterna e a dificuldade de diálogo, passando pela alienação da escola, até a violência urbana. Mas, não podemos negar que uma boa parte desse problema se origina dentro de casa.

"O pior e o melhor da natureza humana coexistem dentro de cada um de nós. Os sentimentos mais primários (ódio, inveja) convivem com os mais elevados (solidariedade, lealdade, compaixão). O que determina o caminho que essas potencialidades vão tomar são as possibilidades de transformação dos impulsos primários e a existência de canais adequados para dar vazão a eles", de acordo com a psicóloga Claudia Finamore.

fonte: msn.minhavida.com.br

Crianças que sofrem agressão estão mais propensas a ser violentas | Minha Vida

Crianças que sofrem agressão estão mais propensas a ser violentas Minha Vida

Filho que recebe castigo corporal corre mais risco de ser agressivo com os outros
por Minha Vida
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Mães que são violentas com seus filhos pequenos colaboram para aumentar o risco dessas crianças desenvolverem comportamentos agressivos, como o bullying, de acordo com estudo publicado na edição recente da revista Pediatrics. Os pesquisadores entrevistaram cerca de 2.500 mães sobre a quantidade de vezes que elas haviam espancado seu filho de três anos de idade no mês anterior. Quase metade das mães disseram que não havia batido na criança, durante o mês anterior, 27,9% disseram que bateram nos filhos de três anos de idade, uma ou duas vezes no mês anterior e 26,5% disseram ter castigado seu filho fisicamente mais que duas vezes.

Os pesquisadores também perguntaram às mães sobre o comportamento agressivo da criança, se eram provocadoras, cruéis, ou propensas a entrar em brigas com outras crianças, tanto no momento em que tinham três anos de idade, quanto aos cinco anos. Concluiu-se que as crianças que recebiam castigos corporais apresentavam maior incidência de comportamentos agressivos com a própria família e com os colegas.

Os cientistas recomendam que uma boa tática para afastar a resposta agressiva é recompensar o bom comportamento deles. Isso pode incluir o ensino sobre o que é o mau comportamento e tentar evitá-lo em vez de apenas reagir a ele, uma vez ocorrido. Os pais podem usar sistemas de recompensa, como gráficos de brincadeiras com adesivos e brinquedos pelo bom comportamento.

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Os resultados desta pesquisa também são úteis para entendermos como a violência funciona para as crianças nos vídeo-games violentos ou castigos corporais, ou seja, crianças aprendem atitudes agressivas quando expostas à violência, pois aprenderam a solucionar os conflitos dessa maneira.

fonte: msn.minhavida.com.br